Ler a instituição como ela funciona
Objetivos, processos, dados, responsabilidades, riscos e adoção são avaliados com base em evidências reais.
Uma avaliação inicial para identificar prontidão, riscos e o melhor ponto de partida para agentes de Inteligência Artificial no Poder Legislativo — com supervisão humana e governança desde o desenho.
Legislativo, jurídico, tecnologia e gestão analisam juntos o cenário atual. A devolutiva indica uma prioridade viável ou as lacunas que precisam ser resolvidas antes de um piloto.
Objetivos, processos, dados, responsabilidades, riscos e adoção são avaliados com base em evidências reais.
O primeiro caso de uso precisa gerar valor público sem ultrapassar a capacidade institucional de controle.
Se houver dados e responsáveis disponíveis, priorizamos um piloto. Caso contrário, documentamos lacunas, responsáveis a envolver e informações necessárias.
A maturidade não depende apenas da tecnologia. Estratégia, processos, dados, governança e pessoas precisam avançar em conjunto.
O resultado não classifica pessoas. Ele orienta a instituição sobre o nível de preparação necessário antes de ampliar o uso de IA.
Estabilizar SAPL, dados, responsabilidades e controles básicos.
Padronizar processos, priorizar o caso de uso e preparar dados.
Executar um piloto controlado com métricas e validação humana.
Expandir integrações, monitoramento, governança e capacitação.
A devolutiva registra uma prioridade inicial ou as lacunas que impedem a escolha de um piloto. A implementação é uma etapa posterior, sujeita a escopo próprio.
Um fluxo candidato, quando houver evidência suficiente, ou as condições que faltam para escolhê-lo.
Papéis identificados ou pessoas e áreas a envolver na próxima etapa.
Indicador disponível ou plano para medi-lo antes de um piloto.
Critério proposto para avaliar um eventual piloto.
Documentos, sistemas, restrições e critérios de qualidade conhecidos.
Quem revisa, decide, contesta, corrige e responde por exceções.
A implementação depende de contratação, acessos, dados e responsáveis definidos. O roteiro abaixo é ilustrativo e será ajustado ao contexto institucional.
Mapeamento do fluxo, inventário de dados, riscos, responsáveis e escolha do piloto.
Acessos, ingestão/OCR, critérios de avaliação, trilha de auditoria e validação humana.
Execução supervisionada, medição dos resultados, correções e decisão sobre expansão.
“A IA apoia o processo. A decisão e a responsabilidade continuam humanas.”
Este diagnóstico inicial não substitui avaliações jurídica, de segurança da informação, proteção de dados ou contratação pública.
Converse sobre uma sessão inicial de 60 a 90 minutos com as áreas legislativa, jurídica, tecnológica e de gestão. A escolha de um piloto dependerá das evidências e dos responsáveis disponíveis.